A Visão actual do Sector da Construção e do Imobiliário

A Visão actual do sector da Construção e do Imobiliário

No artigo de hoje iremos falar sobre a fase actual da Construção e do Imobiliário.

A Construção e o Imobiliário atravessam, actualmente, um momento de recuperação e consolidação da sua actividade, em resultado de uma evolução positiva que assenta, em grande medida, na dinâmica do Investimento privado em Imobiliário, impulsionado pelo turismo e pela Reabilitação Urbana, e num tecido empresarial que foi capaz de diversificar as suas actividades, reforçar a sua expressiva presença nos mercados externos e apostar em novas áreas como a sustentabilidade e a eficiência energética.

O resultado, é o registo de um crescimento da produção de 3,5% em 2018 e as estimativas actuais apontam para uma meta de 4% em 2019, não esquecendo os conhecidos riscos com o abrandamento das economias mundiais.

Efectivamente, a Construção e o Imobiliário apresenta-se, hoje, como um sector diferente. No plano Externo, o volume anual de negócios internacionais ascende aos 10,8 mil milhões de euros, em resultado de uma expressiva  dinâmica à escala global, aos quais se deverão somar os 4,7 mil milhões de euro investimento estrangeiro em Imobiliário nacional. No plano interno esta procura, em consequência do posicionamento de Portugal na rota do investimento internacional, a que se soma a fraca atractividade dos produtos oferecidos pela Banca, dado o actual nível das taxas de juros, complementaram a conjuntura favorável da economia, criando condições para a estabilidade do mercado Imobiliário.

Pela negativa, há que destacar a evolução do investimento público. Em 2019, o investimento público em percentagem do PIB, deverá situar-se, de acordo com o Plano de Estabilidade e Crescimento, nos 2,1%, nível que é comparável com o longínquo ano de 1975 e fica muito aquém das reais necessidades.  Neste contexto, o PNI- Plano Nacional de Investimento, que está em discussão na Assembleia da República, constitui em elemento essencial  para que se possa inverter este défice.

Estamos a falar de 219 mil milhões de euros e de um conjunto de projectos indispensáveis para o relançamento do investimento público, sustentado em decisões consensuais, suprapartidárias e que sobrevivam aos ciclos políticos.

No primeiro trimestre do ano, as empresas do Sector criaram  10.464 postos de trabalhos. A esta resposta por parte do tecido empresarial, deve corresponder um Estado mais eficiente, com menor carga burocrática e menos impostos, um mercado mais regulado, ou seja, capaz de afastar fenómenos como a concorrência desleal, os preços anormalmente baixos ou a clandestinidade e consumidores conscientes da importância de contratar empresas habilitadas para o exercício desta actividade, a InFocco é uma destas empresas habilitadas.

Se o país mantiver um clima de segurança e estabilidade, favorável à retoma do investimento público e privado, as metas de crescimento e criação sustentada de emprego estarão ao nosso alcance.

Calendarização e cumprimento do plano de investimentos estruturantes;Estabilidade fiscal;Manutenção da competitividade na captação de investimento nacional e estrangeiro;Politicas adequadas de apoio à competitividade das empresas, em especial no que diz respeito à escassez de mão-de-obra;

À semelhança do que se passa na generalidade da Europa, a Construção e Imobiliário é fundamental para o crescimento económico e aos nossos empresários cabe um papel relevante para assegurar o desenvolvimento colectivo e para a coesão territorial e social do País.

InFocco Real Estate Solutions



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